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Hyva projeta crescimento de 55% para este ano

Impulsionado por crescimento nas vendas externas, reação do mercado interno de implementos agrícolas e rodoviários, e consolidação de novos nichos, o faturamento da Hyva do Brasil, neste ano, deve teralta de 55% na comparação com 2017.

O Desempenho levou a empresa a atingir 82% de uso da capacidade instalada em suas operações localizadas em Caxias do Sul e o maior número de funcionários, 260, alta de 35% sobre 2017. Foi preciso, ainda, retomar o segundo turno e, em alguns equipamentos, também o terceiro. Em julho, a operação bateu recorde de faturamento.

O Diretor geral da operação brasileira, Rogério De Antoni, entende ser ainda cedo para fazer uma projeção mais definitiva para o próximo ano. Mas reconhece que a tendência é de novo crescimento. "Ao longo de setembro e outubro estamos ouvindo o mercado para planejar 2019", adiantou. Também admitiu que o momento "é de se pensar em investimentos", considerando o atual uso da capacidade instalada e as perspectivas de expansão. Mas pondera as definições somente no próximo ano. 

Em 2018, a Hyva do Brasil consolidou ingresso em uma série de novos mercados no exterior para venda de guindastes, como China, Malásia, Indonésia e África do Sul. Também começou o fornecimento de cilindros hidráulicos para a Europa, suprindo lacuna da fábrica instalada na Alemanha. Os principais países compradores são Estados Unidos, Chile, Paraguai e Argentina - porém o país vizinho começou a apresentar problemas em julho. 

No mercado interno, a marca detém 92% de participação nos volumes de cilindros hidráulicos telescópicos para aplicação em basculantes. Segundo De Antoni, mesmo com este elevado índice, a empresa não é gargalo na cadeia de fornecimento às montadoras. 

No segmento de guindastes, com atendimento a atividades agrícola, construção civil, locação e eletrificação, o diretor estima em 20% a participação da marca no mercado nacional. 

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